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Growth Hacking: Captação de tendências de consumo

Growth Hacking: Captação de tendências de consumo

postado por Renato Casteleti
11/05/2018
Growth Hacking: Captação de tendências de consumo

Toda empresa busca crescer no mercado e, para isso, são aplicadas, diariamente, diversas estratégias. Atualmente, o que não falta são recursos; informações, ferramentas e novas tecnologias surgem a todo instante para te auxiliar nessa tarefa. Mas você conhece as ferramentas à sua disposição e sabe como utilizá-las corretamente?
Se você já estudou estratégias de marketing digital, start-ups ou empreendedorismo, em algum momento deve ter ouvido falar sobre Growth Hacking.     

Essa técnica, utilizada para aumentar o crescimento da empresa e alcançar resultados definitivos, vem sendo cada vez mais aplicada a fim de entender e reter os consumidores. 
Para se ter uma ideia, em 1996, funcionários da Sabeer, Bhatia e Jack Smith desenvolveram um sistema de webmail, chamado de Hotmail. Em seis meses, mais de 1 milhão de usuários haviam se cadastrado. Dezessete meses depois, ao vender o sistema para a Microsoft, mais de 12 milhões de usuários utilizavam a plataforma. Como eles alcançaram um resultado tão grande em tão pouco tempo? É o que veremos a seguir, entendendo como funciona o growth hacking. 

O QUE É GROWTH HACKING?
O Growth Hacking é uma estratégia de empreendedorismo aplicada, principalmente, em startups, que utiliza análises, tendências de consumo e criatividade para vender um produto/marca, ganhar exposição e aumentar os resultados de forma rápida. 
É uma estratégia de marketing baseada em experimentos; dessa forma, o hacker encontra brechas (hacks) na qual pode aplicar estratégias únicas, que tragam resultados em curto prazo, para o desenvolvimento e crescimento (growth) da empresa. 
Por ser uma expressão em inglês, não existe uma tradução exata, no entanto, pode ser entendido como algo similar à uma “brecha de crescimento”. Na prática, essa não é uma estratégia tão simples ou rápida, já que ela é totalmente baseada na ciência e necessita de precisão na hora de encontrar esses hacks.  Mas quando bem aplicada, vale a pena esperar. 

O FUNIL DO GROWTH HACKING
Da mesma forma que existe um funil de vendas, existe um funil de growth hacking, chamado “funil de pirata”. O que é o funil? É o processo pelo qual o seu potencial consumidor passa, do momento que conhece o produto, até chegar à negociação final. Esse processo possui 5 etapas. São elas:
1)    Aquisição (Acquisition): é onde as estratégias são aplicadas para atrair e reter os clientes, por exemplo: newsletter, técnica utilizada por 44% das empresas, de acordo com pesquisa realizada pela Econsultancy;
2)    Ativação (Activation): essa é a etapa na qual o consumidor se interessa pelo produto e deseja conhecer mais sobre ele, por isso, é necessário entregar uma primeira boa experiência ao cliente, já que 71% dos consumidores tendem a cancelar serviços de empresas com a qual não se relaciona bem;
3)    Retenção (Retention): depois da boa experiência pela qual passaram, os clientes estão satisfeitos e desejam continuar consumindo seu produto/ serviço. Nessa etapa é essencial que o tratamento continue sendo de qualidade para que o cliente não volte atrás em sua decisão;
4)    Receita (Revenue): agora que você conseguiu leads, novos assinantes e firmou o relacionamento com esses consumidores, é hora de reverter sua estratégia em lucros para a empresa, caso o contrário, de nada vale a utilização do Growth Hacking;
5)    Indicações (Referral): depois de tudo isso, o seu cliente já está fidelizado ao ponto de indicar que amigos e familiares tornem-se consumidores também. Tenha em mente que o “boca-a-boca” ainda é o melhor marketing. 

QUEM DEVE USAR?
1)    Startups: pode ajudar a criar uma boa primeira impressão, elemento essencial para a fidelização do cliente;
2)    Marketing B2B: agiliza a identificação do funil de vendas, agilizando o processo de fidelização, oferecendo boas experiências ao cliente;
3)    Marketing B2C: auxilia na identificação do “cliente ideal” da sua empresa, que futuramente, se transformará em consumidores reais;
4)    Comércios de conteúdo: aumenta o fluxo de potenciais negócios;
5)    Social Media: intensifica seus esforços, convertendo leads de mídias sociais em clientes reais.  
Empresas como Facebook, LinkedIn, Quora, PayPal, Airbnb, Dropbox e Instagram são exemplos de cases de sucesso quando se trata do uso de Growth Hacking. 

CONCLUSÃO
O Growth Hacking é comprovadamente uma das mais eficientes estratégias de marketing para atrair novos clientes, através da análise e estudo de consumo, impactando diretamente no crescimento da sua empresa. Agora que você já sabe como funciona esse processo, que tal começar a aplicá-lo ao seu negócio?

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