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Desafios da implementação do marketing de conteúdo

postado por Renato Casteleti
28/05/2018
Desafios da implementação do marketing de conteúdo

O marketing de conteúdo — vídeo, texto, imagens, etc. — emerge no contexto da era digital como um aliado importante para as empresas que desejam crescer e se fortalecer no e-commerce, posto que as ajuda a atrair mais clientes e fidelizar os já existentes, mas não só isso. Ele cumpre a função de estreitar o relacionamento entre marca e consumidor, ajuda os consumidores a resolverem os seus problemas e permite que o consumidor tenha acesso a um conteúdo relevante, atraente e de qualidade, tanto relativo a produtos e serviços, como no que concerne à marca. Portanto, mais do que letras, imagens e vídeos, o marketing de conteúdo conecta, atrai, ajuda e fideliza. 

Mas, assim como tudo na vida, o marketing de conteúdo apresenta desafios que precisam ser vencidos, visando a sua plena eficácia para com os mercados. A seguir, apontamos 3 deles. Vamos conferir? 

1. Adotar a linguagem adequada 

Um dos grandes desafios do marketing de conteúdo consiste na aplicação da linguagem adequada ao público de determinada marca. Somente levando isso em consideração é possível estabelecer uma comunicação "plena" com o consumidor. De nada adianta pensar em estratégias e esboçar um planejamento se a linguagem adotada não condiz, por exemplo, com o nível educacional dos clientes. 

A título de ilustração, convém explanar um caso fatídico. Certa empresa do ramo de fornecimento de energia elétrica adotou como canal de comunicação um folhetim informativo-educacional para se relacionar com um de seus públicos. Porém, não levou em conta seu nível educacional, que não o permitia ler o material. 

Somente depois de uma pesquisa é que a tal empresa conseguiu perceber isso. E, apesar de ter gastado grande quantia na impressão do folhetim, jogando recursos fora a troco de nada, conseguiu pensar em uma estratégia eficiente: educar através de gibis, ou seja, através de desenhos, que é também uma linguagem. 

O que o exemplo acima nos ensina? É da geração Y? Adote uma linguagem adequada. É para o público mais maduro, experiente, letrado? Adote uma linguagem conveniente. É para mulheres que defendem determinada causa? Adote a mesma postura, para que haja uma conexão entre a linguagem e a persona. E por aí vai! 

2. Formato adequado: imagem, texto, vídeo ou desenho? 

O desafio anterior nos leva a este: a questão do formato. Qual é o melhor formato para nos comunicarmos com o público: imagem, texto, vídeo ou desenho? Qual desses faz com que ele se envolva mais? Isso precisa também ser levado em consideração, algo que geralmente é deixado de lado quando se está pensando na implementação do marketing de conteúdo em mercados. 

É precisa estudar os clientes e averiguar com qual dos formatos eles interagem mais e, a partir disso, empreender esforço, visando fisgá-los. É claro que para fazer isso será necessário ter por base em qual das redes sociais — YouTube, Instagram, Facebook, Twitter e Blog — eles se fazem mais presentes. Se for no Instagram, por exemplo, por que não criar imagens e memes criativos que façam com que eles não só interajam com a publicação, mas que também se sintam impulsionados a tomar uma decisão em direção à compra? 

3. Quer entender o público ou assuntos do momento, revista-se de antropólogo digital 

As tecnologias, sem sombra de dúvidas, contribuíram para que as empresas pudessem estudar melhor os seus públicos, mas não de forma "integral". Muitas vezes, elas apenas apresentam estatísticas ou tendências de comportamentos com base em números, como, por exemplo, "4 mil pessoas visitaram o blog". Com isso, você acredita que está no caminho certo, gerando tráfego orgânico para o blog e possivelmente convertendo visitantes em leads. Até aí, tudo bem. Mas você já pensou que é possível obter melhores resultados estudando o seu público consumidor a partir da observação, papel que geralmente é atribuído ao antropólogo? 

A partir da observação, da análise empírica, é possível sentir as necessidades dos consumidores e, com base nisso, dar a eles exatamente o que querem, por meio de conteúdos. Por que não acompanhar, por exemplo, os principais assuntos discutidos nas redes sociais online e relacioná-los com os objetivos da marca, angariando com isso atenção pública e possivelmente novos clientes? Certamente, o público pode estar envolvido nessas discussões que podem interessar a todos. Trata-se de uma forma de agir ainda pouco explorada pelo marketing de conteúdo, tornando-se, dessa maneira, um desafio que precisa ser transformado em oportunidade. 

Gostou deste texto? Esperamos que sim. Caso queira ficar por dentro dos principais assuntos relacionados ao marketing de conteúdo, acompanhe as nossas publicações. Não perca!
 

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